O setor de transporte rodoviário de cargas está enfrentando uma crise silenciosa, porém alarmante: o Brasil perdeu cerca de 1,2 milhão de motoristas de caminhão nos últimos dez anos, conforme levantamento do SETCESP – Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região.
De acordo com a matéria, esse déficit de profissionais decorre de diversos fatores, como o envelhecimento da atual força de trabalho, a falta de atratividade da profissão para os mais jovens e as condições desafiadoras enfrentadas diariamente pelos caminhoneiros. O levantamento destaca ainda que essa redução “impacta diretamente o setor logístico e compromete a eficiência das cadeias produtivas em todo o país”.
O problema não é apenas quantitativo, mas também qualitativo. Além do número insuficiente de novos condutores qualificados, muitas vagas ficam abertas por falta de capacitação técnica e exigências legais específicas. “O transporte rodoviário de cargas depende essencialmente dos motoristas, e a ausência deles pode afetar toda a economia nacional”, afirma o estudo.
O cenário exige ações conjuntas entre governo, entidades de classe e empresas do setor, com foco em valorização da categoria, melhorias nas condições de trabalho, programas de capacitação e incentivos para a formação de novos profissionais.
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